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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Vacinação na gravidez

Hoje fui ao Posto de Saúde tomar as vacinas contra a gripe e a segunda dose da antitetânica, então resolvi pesquisar e esclarecer algumas dúvidas de barrigudinhas como eu sobre a vacinação na gestação.
Antitetânica
Apesar de ficarem temerosas qt às vacinas, sim, grávida deve tomar a vacina antitetânica. A única exceção é quando a mulher tem certeza de que tomou pelo menos uma dose da vacina nos últimos cinco anos (caso de quem teve outro filho há menos tempo que isso e já tomou a vacina na gravidez anterior, por exemplo). 
Em qualquer outra situação -- se você nunca tomou, não completou as três doses iniciais, não lembra quando recebeu a última dose ou se faz mais de cinco anos desde que a tomou --, você deve tomar a vacina, sim. 
Isso porque a vacinação garante a presença, no corpo, de anticorpos contra a bactéria causadora da doença. O bebê também fica protegido, pois recebe os anticorpos da mãe através da placenta. 
"Não há problema em tomar a vacina na gestação porque ela é feita de toxina inativa, e não da bactéria", explica a obstetra Eleonora Fonseca, do Conselho Médico do BabyCenter. 
Dependendo do seu histórico de vacinação, você vai ter de tomar ou uma dose de reforço, no sétimo mês de gravidez, ou então três doses, a partir do segundo trimestre. 
Em primeiro lugar, é preciso entender como funciona o esquema de vacinação contra o tétano em adolescentes e adultos. Quem nunca tomou a vacina precisa tomar o esquema completo, que é dividido em três doses. Quem já tomou o esquema completo quando criança, deveria, na teoria, tomar uma dose de reforço a cada dez anos. 
No caso de grávidas, porém, para garantir, a última dose da vacina precisa ter sido tomada há menos de cinco anos. 
Se a última vez em que você tomou uma dose da vacina antitetânica foi entre cinco e dez anos antes da gravidez, é recomendado tomar uma dose de reforço no sétimo mês de gestação. Pode ser a vacina antitetânica simples ou a dupla dT, contra difteria e tétano, que é oferecida nos postos de saúde. 
Nas demais situações, é preciso tomar o esquema vacinal completo, de três doses. Segundo a infectologista Adriana Melo de Faria, a primeira dose é aplicada normalmente no segundo trimestre, e as demais doses, a intervalos de dois meses, até 20 dias antes da data prevista para o parto. Se não houver tempo para a terceira dose, esta pode ser tomada depois do nascimento do bebê. 
Mesmo que o esquema esteja incompleto, as vacinas já tomadas ajudam a proteger a grávida e o bebê, que começa a tomar a vacina antitetânica aos 2 meses de idade.
Há alguns casos em que a grávida não deve ser vacinada, como quando ela já teve alguma reação alérgica ou tem alguma imunodeficiência, por isso é importante consultar o médico antes de tomar a vacina. 
Nas grávidas sem vacinação, o risco é de pegar o tétano pela contaminação através de um machucado. As bactérias podem ser encontradas no solo, na pele, na ponta de pregos enferrujados, nas fezes de animais etc. 
Normalmente essas bactérias estão inativas, mas em certos ambientes, como o de ferimentos, liberam toxinas que causam a doença, considerada grave, que tem como características o enrijecimento muscular, convulsões e coma. 
Esse risco também existe durante o parto. "Seja no parto normal ou na cesárea, haverá sempre algum corte, pelo qual poderá entrar a bactéria causadora do tétano", explica Marco Aurélio Galletta, chefe de enfermaria da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas, de São Paulo, e médico da clínica Cligam. 
Já o bebê pode ser infectado durante o parto, através do corte no cordão umbilical, ou nos dias seguintes após o nascimento, caso a limpeza do coto umbilical não seja feita de forma adequada. 
Chamada de tétano neonatal, esse tétano em bebês era conhecido antigamente como “mal dos 7 dias”, porque a doença se desenvolve rapidamente e o recém-nascido pode morrer em cerca de uma semana. 
Atualmente os casos de tétano neonatal são bastante raros, principalmente em grandes centros urbanos, onde hospitais e maternidades têm instalações adequadas, segundo a infectologista pediátrica Adriana Melo de Faria. O risco é maior em áreas rurais do país, onde muitas vezes o parto é feito em casa ou em ambientes precários. 
De qualquer maneira, para não correr riscos, é importante ter a vacinação contra o tétano em dia. E isso vale para qualquer pessoa, homem ou mulher, grávida ou não. 

Gripe
O Ministério da Saúde vai ampliar a vacinação contra a gripe sazonal neste ano. Gestantes, crianças maiores de 6 meses e menores de 2 anos e profissionais de saúde também serão imunizados. Pessoas com mais de 60 anos e indígenas com mais de 6 meses, que já eram contemplados em campanhas anteriores, vão receber a dose normalmente. O público-alvo é 30 milhões e a meta é que pelo menos 80% sejam vacinados.
De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, o objetivo é proteger as populações com maior chance de apresentar formas graves e complicações. No caso dos profissionais de saúde, a intenção é que eles não infectem pacientes.
A vacinação contra a gripe sazonal em 2011 será feita de 25 de abril a 13 de maio. A vacinação será em uma única dose para os grupos de pessoas, com exceção das crianças. Menores de 2 anos serão imunizados por duas doses, aplicadas em intervalo de 30 dias.
A orientação do ministério é que quem tem alergia a ovo não receba a vacina. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem consultar um médico antes de tomar a dose.
(Pesquisa sobre vacina antitetânica: site baby center / contra gripe: site uol ciência e saúde)

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